domingo, 23 de agosto de 2009

Fadas mordentes também amam


Eu me incomodo profundamente com pessoas que duvidam do meu amor por Skandar Keynes. Ficam dizendo por aí que só achar ele bonitinho não é amar, nem ser fã. Eu concordo, mas quem foi que falou que eu só acho ele bonitinho? Droga, eu amo ele pelo que ele é, e não por quem ele é. Gosto das piadas sem graça e da hiperatividade(que eu confeso que compartilho isso com ele). Amo ele por ser ativista e por ele por ter amigos ótimos, e ser leal. E claro, que o fato de ele ser lindo e ter os olhos castanhos mais profundos que eu já vi na minhas vida contribui muito.
E sabem porque eu amo esse inglesinho de 17 anos? Porque ele se enche de café, fica hiperativo e cai da cama Porque ele me faz bem. É tão grande a alegria que inunda a minha alma toda vez que eu vejo uma foto, um sorriso, escuto uma gargalhada. Meu coração saltita toda vez que ele posta alguma coisa do twitter e eu fico lá, toda boba respondendo os tweets dele como de estivéssemos tendo uma conversa íntima. Mas não importa, porque imaginar que ele tá comigo, saber que ele tá feliz é o que me interessa.
Obrigada à Georgie Henley e ao William Moseley, por serem tão legais, por fazerem o Skandar rir e me fazer rir junto. Bem, na verdade a Georgie ri mais dele do que com ele. Obrigada às minhas amigas por aturarem tanto eu falar dele (ué, mas eu aturo elas falando do Robert e do Christopher, porque não me aturariam?). E no dia quem que eu casar com o Skandar, e nós tivermos 3 capetinhas filhos lindos com tendência a hiperatividade, vamos todos tomar o melhor café brasileiro e comer muito chocolate. Vamos passear em Londres elétricos e vamos ser citados como "A feliz família Keynes".
Mas enquanto esse dia não chega, eu fico aqui, rindo dele e com ele, rindo da Georgie e considerando ela como uma amiga de infância, e imaginando o dia em que eu vou estar lá no London Eye com ele, e eu vou olhar naqueles olhos castanhos profundos, me perder lá dentro e sussurrar "I love you, Skandar".

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Ode às melhores amigas


Eu sempre fui muito voltada para mim mesma. Meus problemas, minhas preocupações. E eu nem dividia nada com ninguém. Mudei um pouco, sai um pouco do centro no meu umbigo, mas continuo guardando muita coisa dentro de mim, não por desconfiança ou coisa do tipo, mas por desconforto ao se expressar. É, por mais que eu seja aquela garota que fala, ri, tem amigos e é extrovertida, meus segredos eram só meus, e ninguém tocava. Agora eu já jogo boa parte de tudo em cima das minhas melhores amigas e digo: "Deixa de moleza, carrega junto comigo". E elas carregam, com a maior boa vontade e companheirismo.
Acho que só agora eu entendo o verdadeiro sentido de uma amizade pura e sincera. Eu realmente não poderia pedir amigas melhores. Agradeço à elas sempre, por tudo que fazem por mim e faço elas lembrarem do quanto eu as amo. Eu nunca achei que eu poderia ser tão amiga assim de alguém. A ponto de conhecer mais ela do que ela própria e vice-versa. Mas é tão bom. É confortante saber que, naquelas horas que tudo que a gente mais quer é gritar e xingar o mundo(ou só alguns habitantes dele), elas estão ali, prontas para me estender a mão.
E eu me surpreendo comigo mesma, quando percebo que meu coração fica apertado, minha expressão fica mais dura só de ver uma delas triste e saber que eu não posso fazer quase nada para ajudar, porque não depende de mim. Mas eu fico angustiada (e aqui meus olhos começam a ficar molhados), e, mais uma vez, digo: "Calma. Eu te amo, amiga".
Obrigada por serem quem são, por entenderem quem eu sou e aceitarem meus defeitos. Obrigada por estarem ao meu lado para o que der e vier. Sei que nós, sem clichês, seremos amigas para sempre. E sempre.

A autora dedica esse post à Amanda e Luna, suas melhores amigas no mundo inteiro.

PS: Depois de realmente séculos sem postar eu praticamente bati minha cabeça na parede e decidi que tinha de vir aqui, e sem um tema definido comecei a escrever a primeira coisa que veio na minha cabeça. E saiu isso aí. Obrigada pela paciência na minha ausência, eu vou responder todos os comentários anteriores, beijocas mágicas!

terça-feira, 23 de junho de 2009

Melhor só do que mal acompanhada


“Alô? Eu gostaria de contratar um amigo, só por hoje. Aham. Aceita Mastercard?"

Eu tremo só de pensar de um fazer uma ligação dessas. Eu sou estupidamente dependente dos meus amigos. Não que eu precise deles para amarrar o cadarço do meu tênis, não é para tanto. Mas eu preciso deles para rir, falar besteira, falar coisas sérias, desabafar, fofocar e às vezes levar um bom puxão de orelha. É, amigos servem para isso. Para nos entender e fazer o que for melhor, mesmo que nos magoe um pouco a hora. É uma daquelas coisas que não tem preço.

Então, para que serve gastar dinheiro contratando um amigo? Ele não te conhece, não te entende, não sabe o que te magoa ou faz rir. Não é um amigo, na verdade. Nesse caso eu acho melhor sair sozinha e comprar uma boa barra de chocolate. Ou um cachorro, que é um amigo que pede tão pouco pra nos amar, de verdade. É, pensando bem é sempre melhor um cachorro.


Pauta para o TDB: Um grupo de amigos se juntou e montou o “Amigos de Aluguel”, um serviço oferecido para quem precisa de companhia para passear, fazer programações legais ou viajar. Vocês acham isso legal? Vocês contratariam o serviço se precisassem de companhia para algum evento ou programação? Ou é “coisa de desocupado”, afinal amizade não se compra de jeito nenhum?

sábado, 13 de junho de 2009

Eu amo você, e você, me ama?


Sempre fui muito aberta para amizades. Algumas pessoas demoram anos para considerar alguém amigo, mas eu não. Faço amigos rapidinho. Embora, é claro, existam alguns niveis que não podem ser medidos de amizade, somos todos amigos.
Com minha grande tagarelice e falta de noção eu saio falando com as pessoas e logo somos amigos. Isso pessoalmente. Não sei porque, mas por mais que eu adore a internet e tenha sim alguns amigos(mesmo) que conheci virtualmente, eu sou sempre muito anti-social online. Não tenho assunto, não tenho o que falar e me distraio com um zilhão de outras coisas. As pessoas podem até achar que eu sou metida por demorar a responder, ou por responder monossílabamente, mas eu não tenho culpa de ser uma pessoa sem uma vida badalada, sem novidades e sem habilidade em puxar assuntos do vácuo. Mas eu tenho esperanças de um dia conseguir fazer amigos virtualmente com a mesma facilidade que faço pessoalmente.
Mas a inquietação que me fez escrever esse post não foi a minha atitude autista virtualmente, mas outra coisa. Eu amo tanta gente, mesmo, e falo por aí "Ah, Fulano e Ciclano são meus amigos", mas às vezes eu fico pensando se eu sou amiga deles. Como assim, Anne?
Bem, conversando com uma (antiga) amiga minha sobre (novos) amigos eu falei: "Bem, eu considero eles meus amigos, mas não sei se eles me consideram também", sacou, caro leitor? Aí fiquei pensando em quem me considera amiga, e tem um grande número de pessoas que tenho duvida.
O grande barato é que eu posso estar falando "Aaah, a Pafûncia é minha amiga!" e a dita cuja soltar em outro lugar "Anne Beatriz, uma menina que eu conheço aí." Legal, né?

domingo, 31 de maio de 2009

Pauta Dupla!

Oi, desculpa a demora a postar aqui. Tô especialmente atarefada, mas acho que agora vou relaxar um pouco, já que passaram minhas provas na escola. Bem, o que importa é que hoje é dia de pauta dupla para o Tudo de Blog, aí vão.

Pauta para o site:
Recentemente, o queridinho do momento Robert Pattinson leiloou um beijo seu, num evento beneficente, para ajudar a organização Cinema contra a AIDS (podem dar uma pesquisada para mais detalhes!). Então a pergunta é: quanto vocês pagariam (ou não!) por um beijo do badalado vampiro? Isso tudo é frescura de tiete rykah ou nenhum dinheiro do mundo pagaria o prazer de um contato tão, digamos, próximo do mocinho???



Can’t buy me love
Eu nunca fui super-viciada no vampirão ou no Robert Pattinson. Minha amiga realmente é, e talvez ela sim desse tudo que tem e mais um pouco por um beijo dele, mas eu não. E nem se eu fosse derretida de amores por ele eu gastaria tudo que pudesse por um beijo. O que eu ganharia? Ego inflado e uma porção de garotas me invejando e jurando a minha morte? Não, obrigada. Beijo nada mais é além do que uma bizarra troca de saliva que só faz sentido quando tem algo a mais, algo maior por trás. Eu o daria um anel de diamantes se isso o fizesse se sentir bem, mas não me importaria com um beijo leiloado, a menos que viesse junto com amor.
Além disso, meu prometido príncipe encantado não é esse que agora aparece em todas as capas de revistas e leiloa beijos. É um outro inglesinho, Rei de Nárnia e do meu coração, que não é disputado por mais da metade das adolescentes do mundo, tem tendência à hiperatividade e que, ainda não sabe, mas vai me dar seu amor por vontade própria em troca do meu, não de um punhado (ou um pouco mais que isso) de dólares.

Pauta para a revista:
Ainda falando de dinheiro($$$), o que você faria se tivesse um milhão de reais para gastar em apenas um dia? Aposto que toooodo mundo na vida já pensou nisso em algum momento! Só não vale dizer que doaria para a caridade, ok? Tem que gastar MESMO em alguma coisa!



Londres, aí vou eu!
Quem nunca parou para pensar o que faria se tivesse um milhão de reais em mãos? Bem, eu não conheço ninguém. Todo mundo faz planos e idealiza coisas que o dinheiro pode comprar. Algumas pessoas se acabariam em compras nas melhores grifes e em festas. Eu não. Eu iria arrumar minha trouxinha e ir embora para a Inglaterra. Lá, eu não sou amiga da Rainha, mas meu coração iria saltitar de alegria só pelo fato de estar andando e finalmente poder morar ali, o lugar no qual eu planejei que seguiria a minha vida.
Com um milhão, eu realizaria o meu sonho de viver na Inglaterra, e, talvez depois que eu já tivesse estabelecida lá e com um pouco de dinheiro sobrando, eu me entregaria aos prazeres da cidade. Aí sim, eu me juntaria ao time dos que fazem boas compras e freqüentam as melhores festas. Depois que a festa acabasse e meu sapatos me dessem calos, eu iria entrar em casa, acender a lareira e sentar ao lado da janela, com um bom livro em uma mão e uma caneca de café em outra, me deliciando com meu sonho realizado.

domingo, 3 de maio de 2009

Money we adore


Eu dizia que não era materialista. Reclamava horrores da mamãe toda vez que ela parava 10 minutos em frente a uma loja de calçados toda vez que passávamos. Por que diabos ela quer tantos sapatos, e bolsas, e roupas?
Aí minha adolescência chegou e meu consumismo fluiu. Não por roupas, bolsas e sapatos (se bem que uma sapatilha linda não cai nada mal), mas eu já deixei de me surpreender com as vezes que me perco dentro de uma livraria, e fico até mais de uma hora lá. Leio resumos, pesquiso preços, e olho, e leio, e olho, e leio... Até que eu estouro a maior parte do dinheiro que cai na minha mão neles. Ah, como o ego infla e a auto-confiança aumenta! E a outra parte que eu não gasto nos meus livros, eu me acabo em uma boa promoção de filmes. Me derreto toda ao ver aqueles clássicos lindos, os musicais mais perfeitos e filmes atuais também.
Acabei me contradizendo e hoje eu assumo: sim, sou consumista de plantão!

Pauta para o Tudo de Blog
Acompanhando "Os delírios de consumo de Becky Bloom", quem tem vezenquando crises de consumismo desenfreado? Quem mor-re-ria por uma promoção de sapatos e bolsas (ou livros, CDS, jogos, roupas, óculos, etc.)? Isso é uma fuga? É totalmente normal, afinal todo mundo precisa de um momento Becky Bloom? Quem nem se importa com isso e passa adiante na frente de qualquer vitrininha?
PS: 1h atrasada vale? ;x eu tava ocupada, quase esqueci.