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quarta-feira, 23 de maio de 2012

Paralelo feat. Ver-o-Take

E essa pausa infinita no blog? Culpa da Muvuca 2012, da UFPA, da minha viagem para Palmas no Intercom Norte 2012 e também do coletivo audiovisual Ver-o-Take e o nosso curta Paralelo.


É isso aí. Eu, em meio a toda a loucura da minha vida ainda resolvo participar da produção de um curta-metragem e atuar nele. Foram dias e dias de gravação, estresses, noites mal dormidas, viagens, paneladas de macarronada para as 26 pessoas que compõe o coletivo... Tudo isso para que fôssemos o primeiro (e único) grupo de alunos da Universidade Federal do Pará a participar do Festival Osga de Vídeos Universitários, produzido pela Universidade da Amazônia.

Assiste o nosso trailer aí!


Até agora está tudo dando muito certo. Já fomos pauta nos principais portais de notícia do Pará e estamos entre os finalistas do Festival. Neste sábado, às 20h, o Festival acontecerá no Cinema Olympia, o cinema mais antigo em funcionamento do Brasil (que está completando 100 anos em 2012!). Então é isso aí. Quero muita torcida, muita energia positiva e todos os prêmios que o Paralelo puder/merecer ganhar. Dentre as categorias tem Melhor Ator, Melhor Atriz, Melhor Figurino, Melhor Fotografia, Melhor Direção, entre outras.

Mas é claro que o Ver-o-Take quer companhia para fazer essa festa toda, né? Então a gente tá sorteando um par de ingressos para ir assistir o festival lá no Olympia. Quer ir lá torcer pra gente? Então clica no banner abaixo e saiba como participar:

Para mais informações acesse a página do Ver-o-Take, do Paralelo, do Festival Osga, e as nossa páginas do twitter e facebook.


terça-feira, 6 de março de 2012

Existe vida Além-Potter!

Que eu sou pottermaníaca não é novidade nenhuma. Mas dessa vez eu juro que não vim falar de Harry Potter, apenas do elenco que estreou na saga e agora não para mais! Sim, nossos queridos amigos bruxinhos cresceram e agora são gente grande, talentosa e requisitada. Para começar, vamos falar daquele que deu corpo ao nosso querido Testa Rachada (mesmo tendo olhos azuis, e não verdes, como reza Saint Rowling): Daniel Radcliffe!
Daniel Radcliffe como Arthur Kipps, em The Woman In Black
Na semana passada eu fui assistir o Daniel pela primeira vez fora de Harry Potter, em The Woman In Black. É um filme de terror na época vitoriana, bem bonitinho. Digo, figurino, cenários, fotografia. Adoro as cosias dessa época e adorei tudo. Daniel é um advogado que precisa ir pra um vilarejo no interior da Inglaterra para organizar as papeladas de uma família que morreu e ele tem que passar várias horas sozinho em uma mansão isolada de tudo, numa ilha onde só é possível chegar quando a maré está baixa. E é claro que essa mansão é bem abandonada e mal-assombrada! As crianças da cidade começam a sofrer mortes estranhas e violentas, e é tudo culpa da tal da Mulher de Preto. No meio do filme eu gritava "Daniel, faz um círculo de sal e fica dentro! Parece que nunca viu Supernatural!". Como filme de terror, não funcionou pra mim. Eu só fiz rir a sessão inteira, mas não sei se foi da cara das minhas amigas que estavam se tremendo de medo do lado ou pelo fato de não conseguir me assustar com o Daniel.

O cavalo e seu Daniel, em Equus
Mas esse não foi o primeiro trabalho de Daniel fora da pele daquele bruxo magricela. Foi apenas o primeiro que eu vi já que, confesso, nunca fui muito fã do Daniel como ator.

Daniel já tentou se livrar da imagem do Harry antes da saga terminar. Em 2007 ele estreou nos palcos com a peça Equus onde ele ficava nu em cena e contracenava com um cavalo! Não me perguntem mais nada, só sei isso.

Daniel em My Boy Jack
Além desses trabalhos, Daniel tem um filme com cara de Sessão da Tarde chamado December Boys. E um outro envolvendo a 2ª Guerra Mundial onde ele cultiva um bigodinho de Hitler, o My Boy Jack. Ultimamente ele se aventurou na Broadway em no musical How To Succed In Bussiness Without Really Trying do qual eu só digo uma coisa: Daniel cantando. Não confio.

Mudando de estrela potteriana, Emma Watson  tem tido uma sorte bem maior que o seu coleguinha. Uma de suas aventuras além-potter acabou se tornando um dos meus filmes favoritos: Ballet Shoes. A história é de três órfãs que foram adotadas nas mais variadas situações por um paleontólogo e acabaram ganhando um sobrenome bem peculiar: Fossil. Ah, e esse paleontólogo não é interpretado ninguém menos que Richard Griffiths, o tio Válter Dursley! Adoro como esse elenco lindo britânico vive se encontrando. Mas, voltando ao filme, Pauline (Emma), Petrova e Posy acabam enfrentando várias dificuldades financeiras tem que entrar em uma academia de dança para estudar, trabalhar e ganhar dinheiro. Para Pauline e Posy está tudo lindo, já que sonham em serem atriz e bailarina, respectivamente. Mas e como fica Petrova, que quer ser aviadora, mas mesmo assim tem que se vestir de Semente-de-Mostarda para a montagem de Sonhos de Uma Noite de Verão?
As irmãs Fossil, de Ballet Shoes
Emma Watson e Logan Lerman
Emma também protagonizou o filme As Vantagens de Ser Insisível ao lado de Logan Lerman (é, gente, o Percy Jackson), que está em pós-produção e deve estrear ainda em 2012. Parece ser tão bonitinho e já me disseram que o livro é lindo. Quero ler e assistir!
Emma, em Sete Dias com Marilyn


Ela também está no elenco do aclamado e indicado ao Oscar Sete Dias com Marilyn. Além disso Emma vai protagonizar uma adaptação de A Bela e a Fera com a Disney, dirigida por Guillermo Del Toro (O Labirinto do Fauno). Respira, inspira. Mais uma coisa pra Emma: ser a estrela do próximo filme de Sofia Coppola. Agora, qual é, ninguém sabe!

Diz aí se não é coisa de Hermione essa vida da Emma?

Para finalizar, vamos falar do ruivo mais lindo desse mundo: Rupert Grint! Desculpem-me. Tenho um tombaço por ele, me aceitem.
Rupert Grint como Malachy, em Cherrybomb
Posso falar sinceramente? Dos três, Rupert é em quem eu mais confio como ator. Ele tem um potencial cômico fantástico que é extremamente explorado com Rony Weasley, mas ele também consegue trazer uma carga dramática respeitável à cena. Todos se levantam e aplaudem de pé quando Rony está encapetado com o Medalhão de Slytherin em Relíquias da Morte II.

Em Cherrybomb, Rupert é Malachy McKinney, um adolescente que vira seu mundo completamente de cabeça pra baixo e perde todos os limites em um verão enlouquecido. Drogas, álcool, sexo e violência. Tudo isso misturado tem que ter as suas consequências, não? E tem. É só assistir Cherrybomb, com o Rupert-gato com esse topetinho do Malachy para descobrir.


Rupert Grint e Julie Walters
em Driving Lessons
Já em Driving Lessons, Rupert atua ali, coladinho com a linda da Julie Walters! Sim, nossa querida Sra. Weasley é uma dessas divas do teatro e do cinema inglês e está ali para dar um toque especial no filme.

Nesse filme, Rupert é Ben Marshall, uma criatura bem diferente do Malachy. Um adolescente reprimido que cresceu em um ambiente conservador. Ben finalmente aprende umas boas lições de vida quando conhece a atriz Evie Walton (a Julie!).
Rupert em Into The White

Rupert também vai estrelar um filme sobre a 2ª Guerra Mundial, que se passa na Noruega, chamado Into The White. O filme deve estrelar esse ano, mas eu desconfio que vai ser daqueles esquecidos que ninguém nem ouve falar e que é uma luta até pata encontrar para download. Mas eu continuo confiando no talento do ruivo!

Claro que muitos outros atores da saga Harry Potter fazem sucesso por aí. O elenco mais velho é só gente digníssima, como as divas Maggie Smith (Minerva McGonagall) e Helena Bonham Carter (Bellatrix Lestrange), Sir Michael Gambon (Albus Dumbledore), Ralph Fiennes (Lord Voldemort) e o lindo do Alan Rickman (Severus Snape), além dos indicados ao Oscar 2012, Gary Oldman (Sirius Black) e Kenneth Branagh (Gilderoy Lockhart). Mas esses aí são luxuosos e conhecidos demais, dispensam apresentação. Ou se precisassem, seria pelo menos um post para cada!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Elementar, meu caro Watson!



Minha última aventura no cinema foi em busca do morador de Baker Street, 221B: Sherlock Holmes. Ele e seu fiel escudeiro, Dr. Watson!

Confesso que nunca fui desses aficionados por Sir Athur Conan Doyle e que só agora estou começando a ler alguns contos do famosos detetive. Acontece que eu assisti o primeiro filme quando ele estreou, em 2009, e virei fã do Robert Downey Jr. Fazer uma construção de personagem como aquela, com todo aquele comportamento diferente e marcante que Downey Jr. deu ao Sherlock não é brincadeira! Digo isso com base na minha singela experiência teatral de 4 anos. Então, dois anos depois, chega aos cinemas uma continuação da série. Mas é claro que a minha vontade foi correr para o cinema no dia da estreia, porém eu fui arrastada para fora da cidade no fim de semana e durante algum tempo depois o trabalho e as aulas não me permitiram. Finalmente consegui ir ao cinema nesta terça-feira.

Gostei do filme, ele tem ótimos efeitos, ótimos atores, ótimas cenas e algumas sacadas bem engraçadas. O roteiro é um pouco complexo e difícil de entender, por isso, não pisquem (ou então não se distraiam demais com o Doritos)!


Dr. Watson, nosso já conhecido Jude Law, está de casamento marcado com a sua noiva Mary e planejando uma bela lua-de-mel em Brighton, mas os eventos e Sherlock acabam estragando esses planos e arrastando Watson para outro país. Devo acrescentar que nunca fui com a cara da Mary e no primeiro filme eu jurava de pés juntos que ela ainda iria se revelar vilã. Mas é o Watson que tem que gostar dela, então tá.

O grande vilão é o Professor Moriarty, arqui-rival do detetive. Fica mais fácil de entender a sua rivalidade intelectual com Sherlock se já conhecê-lo dos livros. Na história, o príncipe herdeiro da Áustria foi encontrado morto e o caso foi apontado como suicídio. Sherlock duvida e, bom, ele está certo. Tudo é um plano muito maior.

A partir daqui eu não me comprometo com spoilers, então só leia se você já assistiu o filme ou se não se importa em saber algumas coisas finais. Tá avisado!

O meu grande impulso para ir assistir o primeiro filme, lá em 2009, foi a participação de Rachel McAdams no elenco, vivendo Irene Adler. Rachel é minha diva número 2, logo depois da Anne Hathaway, então eu corri para vê-la em ação e não me arrependi. Por acaso tem coisa mais linda do que esse pseudo-romance Adler-Holmes? Não!



Eu já não esperava uma grande participação da Rachel nesse novo filme, já que no trailer eu vi ela por dois segundos, mas o importante é que Adler estava lá! Ela e Sherlock, naquela coisa de inimigos-amantes-parceiros. Acontece que logo nos primeiros minutos do filme ela morre. E isso, meus amigos, foi algo bem chocante para mim. Não queria Adler morta. Primeiramente por ser a Rachel e, segundo, por ser o amor do Sherlock. Mundo injusto!

E, meudeusdocéu, o que foi toda aquela tensão quando Sherlock foi dado por morto? Eu acreditei piamente, já que ele pulou de um penhasco altíssimo. Já não tinha restado nenhuma esperança da vida dele quando eis que surge Holmes disfarçado de poltrona! Claro que Sherlock não poderia morrer, que bobeira a minha. E o que seria do futuro da franquia?

Filme indicado! Podem ir assistir e, se gostarem do humor ácido do Sherlock, certamente virarão fãs de Robert Downey Jr., assim como eu. Mas o meu preferido ainda é o primeiro! Ah, e a trilha sonora é um ponto forte. Adoro o tema do Sherlock!