quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Amigas de infância na adolescência


A maioria das pessoas encontram seus BFFs na infância. Aquela pessoa com quem você estudou junto desde a 2ª série e que, quinze anos depois, continua ali do lado, sabendo de todos os segredos e os momentos importantes da sua vida.
Da minha infância restam apenas alguns colegas, conhecidos e lembranças felizes. Só fui encontrar grandes amigas na 5ª série, que tenho certeza que levarei para a vida toda, mas as "melhores amiga de infância" só foram encontradas no ponto crítico da adolescência: aos 14 anos. E essas sim, sabem tudo que uma BFF deve saber da outra, e me dão a certeza de construir um futuro juntas, lado-a-lado. Elas são dauqle tipo que eu sei que mesmo depois de todas termos nossas famílias constituídas, nos reuniremos para dividir segredos e angústias, rir da vida e falar besteira.
Nunca é tarde para se construir uma amizade verdadeira, e a nossa é a mais mágica e pura que existe, como um unicórnio branco, que só as pessoas de pior caráter tem coragem de feri-lo, mas ele sempre (sempre!) irá se curar, mais forte e poderoso que nunca.

Pauta para o Tudo de Blog: "Nunca é tarde para..."

Nota da autora: Gente, eu virei twittholic. Sim, sim. Se alguém, aí for twitteiro(?) também, follow me ;D @annebiah

domingo, 20 de setembro de 2009

À minha querida sabe-tudo

Eu ia fazer isso ontem(19/09), mas por um infortúnio eu não pude entrar na internet. Então faço hoje, atrasada, mas com o mesmo carinho.


"Ela dá medo às vezes. É brilhante, mas que dá medo dá."
É ela, Hermione Jane Granger, nascida em 19 de Setembro de 1979. Uma bruxa nascida trouxa, mas mais inteligente que a maioria dos chamados narizes-empinados "sangue-puros". Uma das minhas heroínas, com todo o seu ar de sabe-tudo, mas com uma amizade e lealdade incomparáveis.
No começo, ela era apenas aquela menina cdf, que achava que por não ser bruxa de nascença tinha que estudar muito para se nivelar aos demais, e sem amigos. Porém, enfrentar um trasgo montanhês adulto é uma das coisas na vida que não se pode fazer juntos sem virar amigos. E foi isso que aconteceu à ela, Harry e Rony. Desde então, eles viraram amigos inseparáveis, que arriscaram sua própria vida muitas vezes para salvar pessoas queridas, e o mundo bruxo.
Aliás, foi graças à incrível lógica dela que muitos dos tão falados feitos de Harry Potter foram possíveis. Foi ela quem desvendou o desafio de lógica para chegar à Pedra Filosofal, foi ela quem descobriu qual era o monstro que habitava na Câmara Secreta, por onde ele se locomovia e o modo de se prevenir do seu olhar fatal. Ajudou a fundar a Armada de Dumbledore, onde os estudantes se uniam para estudar DCAT escondido dos olhos do Ministério. Mione (só para os íntimos) também criou o Fundo de Apoio à Libertação dos Elfos (F.A.L.E.) porque ficava indignada com o modo asqueroso como os bruxos tratavam os elfos, e mais horrorizada com as ações de auto-punição a que os elfos se submetiam se faziam algo que ia contra a vontade da família a quem serviam.
Não vim fazer uma biografia de Hermione, mas não consegui evitar. As homenagens começam agora.
Hermione Granger, sempre disposta a ajudar os amigos, mesmo que fosse contra seus princípios e as regras de escola. Preocupada, sincera, carinhosa, sempre com uma palavra para animar os amigos (qual o fã da série que não lembra de "Livros e inteligência... Há coisas mais importantes, como amizade e coragem"?). E apaixonada, como ela só. Guardando seu amor o máximo o quanto pode, tendo explosões ao ver o ser amado sendo chamado de Uon-Uon e agarrado pelos cantos com outra garota. No final, tudo se acertou. Feitos um para o outro, Hermione e Ron Weasley formaram o melhor casal da série, e nos fazendo sorrir com o amor de uma garota mandona e um garoto ruivo e engraçado.
Presto as minahs homenagens à Hermione Granger, que esteve presente nos melhores momentos da minha vida, cresceu junto comigo e me fez rir e chorar.
Feliz aniversário, Hermione! Tudo de bom para você, Ron, Rose e Hugo. A feliz família Weasley.

A autora é extremamente pottermaníaca, vocês já deviam saber disso.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Luz, câmera, imaginação!


Música instrumental, magia e brilho nos olhos. Isso seria essencial no roteiro da minha vida, se ela se passasse nas telonas.
A protagonista seria uma garota ativa, sempre com um sorriso nos lábios e que veria o mundo por cores mais belas. Nessa parte, a música aceleraria e cresceria, ficando eletrizante, no mesmo ritmo do coração acelerado da garota que correria por um grande campo de morango, brincando como uma criança. Ela abraçaria as amigas, as coisas mais importantes na sua vida, e juntas elas ririam da vida, de coisas que fazem pessoas menos afortunadas se roerem de raiva.
Na próxima cena ela estaria em casa, lendo um livro, enquanto a trilha sonora seria calma, porém marcante. Ela olharia para o céu, imaginando seu futuro, e uma cena em preto e branco ilustraria seus pensamentos: ela, na maior roda gigante do mundo, olhando a cidade mais linda, onde residiria.
A garota voltaria a sua realidade, e pensaria em seus medos, suas barreiras e aflições, acompanhada por uma melodia suave. A câmera entraria num close e mergulharia no seu brilho olhar, fazendo o grand finale com uma trilha forte, algre e exuberante. Ela superaria os medos e atingiria os céus, com diamantes.

Pauta para o Tudo de Blog: "E se sua vida fosse um filme?"

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Amigos para sempre. Só isso.


Ele é o bendito fruto entre as mulheres. Dentre todas as minhas amigas, lá está ele, sabendo de tudo e participando das conversas. E ele não é gay, é sério. Só um grande amigo, confiável e divertido, que está sempre ali do lado, e a gente sabe que pode contar com ele para o quer der e vier.
Imagine só se um dia ele viesse a se apaixonar por mim. Logo eu, a mais extrovertida de todas, mas também a mais medrosa e retraída quando o assunto é sentimentos. Além disso, seria praticamente um caso de incesto. Ele é mais irmão que o meu próprio irmão! Então, se por uma ironia do destino meu melhor amigo se apaixonasse por mim, eu não iria com pactuar com isso.
Primeiro eu iria tentar fingir que aquilo não acontecia, mas se eu não conseguisse evitar uma conversa, eu diria que eu o amo muito, mas como um amigo, um irmão, e que eu não gosto nem de pensar na possibilidade de que alguma coisa possa estragar a nossa amizade, porque eu quero ser amiga dele para sempre. A partir disso, eu iria rezar para que ele me entendesse, abrisse um sorriso bem grande e dissesse "Tudo bem. Melhores amigos para sempre".

Pauta para o Tudo de Blog: E se seu melhor amigo se apaixonar por vocês? Vale a pena investir na relação e arriscar perder o BFF caso a história não dê certo? Ou melhores amigos fazem parte dos impegáveis por natureza?

domingo, 23 de agosto de 2009

Fadas mordentes também amam


Eu me incomodo profundamente com pessoas que duvidam do meu amor por Skandar Keynes. Ficam dizendo por aí que só achar ele bonitinho não é amar, nem ser fã. Eu concordo, mas quem foi que falou que eu só acho ele bonitinho? Droga, eu amo ele pelo que ele é, e não por quem ele é. Gosto das piadas sem graça e da hiperatividade(que eu confeso que compartilho isso com ele). Amo ele por ser ativista e por ele por ter amigos ótimos, e ser leal. E claro, que o fato de ele ser lindo e ter os olhos castanhos mais profundos que eu já vi na minhas vida contribui muito.
E sabem porque eu amo esse inglesinho de 17 anos? Porque ele se enche de café, fica hiperativo e cai da cama Porque ele me faz bem. É tão grande a alegria que inunda a minha alma toda vez que eu vejo uma foto, um sorriso, escuto uma gargalhada. Meu coração saltita toda vez que ele posta alguma coisa do twitter e eu fico lá, toda boba respondendo os tweets dele como de estivéssemos tendo uma conversa íntima. Mas não importa, porque imaginar que ele tá comigo, saber que ele tá feliz é o que me interessa.
Obrigada à Georgie Henley e ao William Moseley, por serem tão legais, por fazerem o Skandar rir e me fazer rir junto. Bem, na verdade a Georgie ri mais dele do que com ele. Obrigada às minhas amigas por aturarem tanto eu falar dele (ué, mas eu aturo elas falando do Robert e do Christopher, porque não me aturariam?). E no dia quem que eu casar com o Skandar, e nós tivermos 3 capetinhas filhos lindos com tendência a hiperatividade, vamos todos tomar o melhor café brasileiro e comer muito chocolate. Vamos passear em Londres elétricos e vamos ser citados como "A feliz família Keynes".
Mas enquanto esse dia não chega, eu fico aqui, rindo dele e com ele, rindo da Georgie e considerando ela como uma amiga de infância, e imaginando o dia em que eu vou estar lá no London Eye com ele, e eu vou olhar naqueles olhos castanhos profundos, me perder lá dentro e sussurrar "I love you, Skandar".

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Ode às melhores amigas


Eu sempre fui muito voltada para mim mesma. Meus problemas, minhas preocupações. E eu nem dividia nada com ninguém. Mudei um pouco, sai um pouco do centro no meu umbigo, mas continuo guardando muita coisa dentro de mim, não por desconfiança ou coisa do tipo, mas por desconforto ao se expressar. É, por mais que eu seja aquela garota que fala, ri, tem amigos e é extrovertida, meus segredos eram só meus, e ninguém tocava. Agora eu já jogo boa parte de tudo em cima das minhas melhores amigas e digo: "Deixa de moleza, carrega junto comigo". E elas carregam, com a maior boa vontade e companheirismo.
Acho que só agora eu entendo o verdadeiro sentido de uma amizade pura e sincera. Eu realmente não poderia pedir amigas melhores. Agradeço à elas sempre, por tudo que fazem por mim e faço elas lembrarem do quanto eu as amo. Eu nunca achei que eu poderia ser tão amiga assim de alguém. A ponto de conhecer mais ela do que ela própria e vice-versa. Mas é tão bom. É confortante saber que, naquelas horas que tudo que a gente mais quer é gritar e xingar o mundo(ou só alguns habitantes dele), elas estão ali, prontas para me estender a mão.
E eu me surpreendo comigo mesma, quando percebo que meu coração fica apertado, minha expressão fica mais dura só de ver uma delas triste e saber que eu não posso fazer quase nada para ajudar, porque não depende de mim. Mas eu fico angustiada (e aqui meus olhos começam a ficar molhados), e, mais uma vez, digo: "Calma. Eu te amo, amiga".
Obrigada por serem quem são, por entenderem quem eu sou e aceitarem meus defeitos. Obrigada por estarem ao meu lado para o que der e vier. Sei que nós, sem clichês, seremos amigas para sempre. E sempre.

A autora dedica esse post à Amanda e Luna, suas melhores amigas no mundo inteiro.

PS: Depois de realmente séculos sem postar eu praticamente bati minha cabeça na parede e decidi que tinha de vir aqui, e sem um tema definido comecei a escrever a primeira coisa que veio na minha cabeça. E saiu isso aí. Obrigada pela paciência na minha ausência, eu vou responder todos os comentários anteriores, beijocas mágicas!